Clínica Popular em Juiz de Fora – CMI

Publicidade

A Clínica

PDFImprimirE-mail

A CMI – Clínica de Medicina Integrada Ltda., é uma Clínica Médica que faz a diferença, pois não só se compromete a tratar as doenças, mas também a evitá-las através da conscientização e da adoção de hábitos saudáveis. Trabalhamos com Planos de Saúde FAMILIAR e EMPRESARIAL e há mais de 40 anos prestamos atendimento Médico à população de nossa cidade e região. Contamos com um Corpo Clínico altamente qualificado, com profissionais especializados, bem como Médicos credenciados e Serviços Médicos Complementares que irão proporcionar ao conveniado, tranqüilidade e segurança para sua família além de um tratamento diferenciado e humanizado.Temos mais de 10.000 vidas cobertas,que usam e acreditam em nossa equipe de trabalho.

CMI, cuidando de sua saúde para lhe proporcionar sempre uma melhor qualidade de vida.

NOSSA MISSÃO

” ACOLHER E OFERECER UM ATENDIMENTO DE QUALIDADE DE MANEIRA RESOLUTIVA BASEADO NOS PRECEITOS DA ÉTICA, HUMANIZAÇÃO, DA SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SÓCIO-AMBIENTAL.

PROPORCIONADO POR UMA EQUIPE INTEGRADA, BUSCANDO O CAMINHO DA INOVAÇÃO DENTRO DO MERCADO DE SAÚDE”

AMBULÂNCIA

Prezado Conveniado

Pensando cada vez mais no seu conforto e bem estar, a CMI oferece a todos os conveniados, em caso de urgência e emergência o serviço de ambulância 24 horas, hoje disponibilizado pela HELP URGÊNCIAS MÉDICAS.

Nos caso de urgência e emergência, é só ligar que a ambulância vai até você, independente do dia e horário, dentro da área de Juiz de Fora! Assim você será atendido mais rápido e sem custo adicional.

A Help Urgências Médicas não é apenas mais uma ambulância, ela é uma UTI MÓVEL equipada com aparelhagem de última geração e profissionais altamente qualificados para lhes atender a qualquer momento.

 

Publicidade

Precisa de mais informações?
Fale com nosso atendimento via

Fique Sabendo!


Nanismo – Doenças e Tratamentos?

Relativo a uma estatura anormalmente baixa para a idade e raça.


Esclerose múltipla – O que é?

A esclerose múltipla é uma doença importante e ainda mal conhecida. De acordo com um estudo realizado no nosso país, dois terços dos portugueses não sabem o que é a esclerose múltipla. Estima-se que, em Portugal, atinja cerca de 60 indivíduos em cada 100 mil habitantes. À escala mundial os dados indicam que existam cerca de 2.500.000 pessoas com esclerose múltipla e em Portugal mais de cinco mil. 

Trata-se de uma doença neurológica crónica, mais comum no jovem adulto, e que surge habitualmente na terceira década de vida, com o dobro da frequência no género feminino. A maioria dos casos é diagnosticada entre os 20 e os 50 anos, mas pode afetar pessoas com idades entre os dois e os 75 anos. Embora não seja fatal, é muito incapacitante, influenciando de modo significativo todos os aspetos da vida dos pacientes.

A esclerose múltipla atinge o sistema nervoso central. As fibras nervosas das células do sistema nervoso estão revestidas por uma bainha chamada mielina que é essencial para que os estímulos sejam corretamente propagados. Nesta patologia a mielina é destruída, impedindo uma adequada comunicação entre o cérebro e o corpo. Por outro lado, o processo inflamatório que ocorre nesta doença lesiona as próprias células nervosas, causando perda permanente de diversas funções, dependendo das zonas afetadas.

A sua evolução é muito variável e impossível de prever. Em regra, existem quatro tipos:

A forma recidivante-remitente, em que ocorrem ataques que duram dias a semanas, seguidos de uma recuperação;
A forma secundariamente progressiva, na qual os défices se vão acumulando após cada crise;
A forma primariamente progressiva, que evolui desde o seu início;
A forma remitente-progressiva, em que a doença progride de modo evidente mas em que podem ocorrer períodos livres de sintomas.

A primeira é a mais frequente.


Esofagite erosiva tem cura? Qual o tratamento??

Esofagite é uma doença que pode ser curada. O tratamento inclui algumas medidas dietéticas e mudanças no estilo de vida e pode ser necessário o uso de medicações, como antiácidos e bloqueadores da secreção ácida estomacal (bloqueadores H2, como ranitidina e cimetidina, e bloqueadores de bomba protônica, como omeprazol, pantoprazol, etc). Nos casos mais graves, é necessária intervenção cirúrgica.


*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.

* Todos os dados aqui exibidos são públicos e adquiridos legalmente por meio da internet, inclusive através de portais do Governo Federal. Nossas publicações e divulgações atendem às exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) e Lei do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014).