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Perguntas Frequentes
Toxina botulínica – O que é?
É uma substância purificada, derivada de uma bactéria, que bloqueia sinais musculares. Ao injetar quantidades mínimas em músculos faciais específicos bloqueia-se o impulso nervoso e temporariamente é diminuído o enrugamento da pele.
A toxina botulínica tem várias utilizações em medicina. Na dermocosmética é usada de forma injetável para o tratamento temporário de rugas de expressão. Essa injeção é usada para reduzir ou eliminar rugas da testa, pregas perto dos olhos e papos no pescoço. A toxina bloqueia os impulsos nervosos, paralisando temporariamente os músculos que causam rugas, conferindo à pele uma aparência mais suave e renovada. Estudos demonstram a sua eficácia no alívio de enxaquecas, sudorese excessiva e espasmos musculares no pescoço e nos olhos.
Quais são as áreas que se podem tratar com a toxina botulínica?
Habitualmente são as rugas verticais entre as sobrancelhas e na base do nariz, os pés de galinha em redor dos olhos, as horizontais da fronte e as bandas musculares do pescoço.
Quais são os tipos de daltonismo??
O daltonismo pode ser diferenciado em três tipos deuteranopia, protanopia e tritanopia
Estiramentos e Roturas Musculares – Sintomas?
O sintoma mais característico é uma dor intensa no músculo, seguida de compromisso da função muscular a ponto de implicar a interupção da actividade.
Como se referiu, os estiramentos podem ser classificados de acordo com as dimensões da lesão, sendo os sintomas diferentes em cada caso:
Grau I estiramento de uma pequena quantidade de fibras musculares (< 5% do músculo). A dor ocorre num ponto específico, surge durante a contração muscular contra uma resistência e pode estar ausente durante o repouso. O inchaço pode estar presente, mas, de um modo geral não é evidente. Ocorrem danos estruturais mínimos, a hemorragia é pequena, a resolução é rápida e a limitação funcional é leve. Apresenta bom prognóstico e a restauração das fibras é relativamente rápida. Grau II o número de fibras lesionadas e a gravidade da lesão são maiores ( > 5 e < 50% do músculo), com as mesmas características da lesão de primeiro grau, porém com maior intensidade. Acompanha-se de dor, moderada hemorragia, processo inflamatório local mais acentuado e redução da função muscular. A resolução é mais lenta. Grau III - ocorre uma rotura completa do músculo ou de grande parte dele (> 50% do músculo), resultando numa importante perda da função com presença de um defeito palpável. A dor pode variar de moderada a muito intensa, provocada pela contração muscular passiva. O inchaço e a hemorragia são grandes.
Uma rotura completa é muito rara, sendo as roturas subtotais mais frequentes.
*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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