Atenção Primária à Saúde Santa Marcelina – APS
Atenção Primária a Saúde – APS
Desde 1996, a Atenção Primária à Saúde – APS desempenha um importante papel na reorganização da Atenção Básica na Zona Leste de São Paulo. A APS Santa Marcelina atua em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo sob contrato de gestão, em forma de convênio nas supervisões técnicas de saúde das regiões de Ermelino Matarazzo, Itaquera, São Miguel, São Mateus e Penha. Como Organização Social (OS) é responsável pela gestão das Microrregiões de Cidade Tiradentes-Guaianases, Itaim Paulista, PA Atualpa, PA Glória e PS Júlio Tupy, o que a possibilita desenvolver um planejamento local e territorial, ampliação do atendimento clínico, valorização do trabalho multidisciplinar e de equipe, com ênfase na promoção à saúde, prevenção de doenças e ações intersetoriais.
Sob sua gestão estão as seguintes modalidades de equipamentos de saúde: Unidade Básica de Saúde (UBS) tradicional, UBS com Estratégia de Saúde da Família (ESF), Assistência Médica Ambulatorial (AMA), AMA Especialidades, Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), Núcleo Integrado de Reabilitação (NIR), Núcleo Integrado de Saúde Auditiva (NISA), Unidade de Apoio em Reabilitação e Saúde Mental, Centro de Apoio Psicossocial (CAPS) Adulto, CAPS álcool e drogas (CAPS AD), Residência Terapêutica e Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), somando 113 serviços de saúde e mais de seis mil colaboradores sob sua gestão, que tem por finalidade oferecer a população serviços em saúde de qualidade, contribuindo para a efetivação do Sistema Único de Saúde (SUS).
Fique Sabendo!
Sedativos – O que é?
Sedativo é nome que se dá aos medicamentos capazes de diminuir a actividade de nosso cérebro, principalmente quando ele está num estado de excitação acima do normal.
O termo sedativo é sinónimo de calmante. Têm como principal indicação o tratamento das síndromes de ansiedade, primários ou secundários e/ou a indução ou manutenção do sono.
Apneia do sono – Sintomas?
É uma perturbação respiratória relacionada com o sono, de maior gravidade do que a roncopatia simples, e consiste na cessação do fluxo respiratório durante o sono por mais de 10 segundos e mais de cinco vezes por hora devido ao colapso da via aérea superior. A sua consequência direta é a alteração do padrão do sono, em que há uma incapacidade de se atingir as fases profundas, as que permitem o descanso físico e mental. Deste modo, o doente não se sente restabelecido pela manhã. Pode ter sonolência durante o dia, quer no emprego, quer a conduzir ou a fazer outras atividades simples do dia a dia. Pode também ter cefaleias, irritabilidade e alterações do humor. Nas situações mais graves pode haver deterioração intelectual, da atenção, memória e raciocínio bem como impotência sexual.
A incorreta oxigenação do sangue que ocorre durante a noite induz problemas graves como o aumento do trabalho cardíaco, hipertensão arterial, arritmias cardíacas, maior risco de enfarte agudo do miocárdio e alterações hormonais.
Qual o tratamento para hipotensão arterial??
O tratamento para hipotensão arterial depende da causa da hipotensão, das características e da gravidade dos sintomas apresentados pelo paciente. Pessoas com hipotensão arterial que não manifestam sintomas e não possuem nenhuma doença de base, não precisam de tratamento.
*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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