Cardiologista no Centro – Especialmed
Uma clínica completa
A ESPECIALMED foi criada para atender um público que não possui plano de saúde e aquele que possui e não está satisfeito com a demora para marcar uma simples consulta.
Tudo em um único lugar
Agregar várias especialidades médicas na mesma estrutura física. Dispostos em ambientes planejados, nossos consultórios são preparados com o nível de uma clínica particular com o preço de uma clínica popular.
Consultas, exames e procedimentos a preços populares
O preço é popular mas a estrutura física e o atendimento são diferenciados.
Pensando sempre em nosso paciente nossa estrutura de atendimento e o treinamento de nossa equipe são feitos para que você seja bem atendido e se sinta confortável.
Localização
No local mais centralizado de Belo Horizonte, na praça Raul Soares.
Diferenciais da ESPECIALMED
Valores Acessíveis
Valores que cabem no seu bolso
Diversas Especialidades
Tudo em um único lugar
Localização
Região central de BH
Praça Raul Soares
Praticidade
Facilidade na marcação de consultas e exames
Horário de Atendimento
Segunda a Sexta de 08:00 às 19:00
Sábado de 08:00 às 12:00
Cartão Fidelidade
Facilitam o atendimento, dão prioridade no atendimento, sem mensalidade.

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Cavidade Anoftálmica – Evisceração?
Remoção do conteúdo intraocular preservando as camadas externas do olho. É
habitualmente colocado um implante para reposição de volume.
Cancro do cólon e reto – Prevenção?
A prevenção do cancro colorrectal passa fundamentalmente pela adopção de hábitos saudáveis e a realização de exames para a detecção precoce de pólipos ou lesões no cólon e reto.
De acordo com as recomendações internacionais, o diagnóstico precoce deve começar a partir dos 50 anos. Contudo, o momento certo depende do risco individual de cada pessoa de desenvolver a doença, pelo que deverá ser o seu médico a avaliar o seu caso concreto e determinar quando iniciar esta rotina.
Normalmente são utilizados 3 tipos de exames para o diagnóstico precoce do cancro do cólon e recto:
Colonoscopia total – é o exame mais completo pois permite visualizar todo o reto e cólon; a colonoscopia consiste na introdução de um tubo pelo ânus um colonoscópio que permite ao médico ver o interior e procurar pólipos e eventuais lesões; caso detete pólipos, o médico procederá a uma polipectomia, ou seja remove os pólipos encontrados para posterior análise;
Sigmoidoscopia flexível neste exame só é visualizado o reto e a parte inferior do cólon, ou seja o cólon sigmóide; consiste na introdução de um tubo pelo ânus um sigmoidoscópio que permite ao médico ver o interior e procurar pólipos e eventuais lesões; caso detecte pólipos, os mesmos são removidos para posterior análise, tal como na colonoscopia total;
Pesquisa de sangue oculto nas fezes trata-se de um exame indirecto para encontrar sinais de cancro e não a lesão propriamente dita; os pólipos podem sangrar, pelo que a presença de sangue pode ser um indicador importante e caso seja encontrado deverá ser feita uma colonoscopia. Contudo, outras patologias benignas como é o caso das hemorróidas, podem ser a causa da presença de sangue.
Existem outros exames complementares para o diagnóstico precoce de cancro colo-rectal, como o clister opaco e a colonografia por TC.
Espondilolistese – O que é?
A espondilolistese ocorre quando uma das vértebras da coluna desliza da sua posição normal, geralmente deslocando-se para frente sobre a vértebra que se encontra imediatamente abaixo. É mais comum na região lombar.
Já a espondilólise, condição associada, corresponde a um defeito da pars interarticularis (pequeno segmento de osso que une as facetas de uma vértebra) de uma vértebra.
A espondilolistese é dividida em tipos e graus, baseados na sua origem:
Tipo I: Em alguns casos, as pessoas nascem com espondilolistese. Uma criança também pode desenvolver a condição naturalmente durante o seu desenvolvimento. Em ambas as situações, pode não haver qualquer sintomas até mais tarde.
Tipo II: O mais comum, ocorre quando há um problema com uma seção da vértebra chamada pars interarticularis. As fraturas do tipo II só se tornam espondilolistese se obrigarem a vértebra a mover-se para frente. O tipo II é inclui:
IIA que envolve microfraturas causadas por utilização excessiva das vértebras e hiperextensão;
IIB que inclui muitas microfraturas que curam com formação de osso extra, provocando alongamento e desalinhamento;
IIC corresponde a uma fratura completa causada por trauma (lesão desportiva ou acidente);
Tipo III: Está associado ao envelhecimento e ao desgaste ósseo natural;
Tipo IV: Trata-se de uma fratura que ocorre em qualquer zona da vértebra, exceto na região pars interarticularis;
Tipo V: Devido a tumores nas vértebras;
Tipo VI: É uma espondilolistese rara causada pelo enfraquecimento após cirurgia.
Esta patologia é também classificada em graus de acordo com a percentagem de deslizamento anterior do corpo vertebral:
Grau 1: 25%
Grau 2: Entre 25% e 50%
Grau 3: Entre 50% a 75%
Grau 4: Entre 75% a 100%
Grau 5: O corpo vertebral parece totalmente desconectado
*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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