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Perguntas Frequentes
Implantes ativos do ouvido médio – Quem pode beneficiar??
Adultos com surdez sensorioneural de grau moderado a severo que não beneficiem ou não tolerem próteses auditivas convencionais
Doentes com patologia do ouvido externo (eczema do pavilhão auricular ou do canal auditivo, otite externa de repetição, oclusão do conduto auditivo,
)
Indivíduos com surdez mista ou de condução (por alterações do tímpano, malformação ou destruição da cadeia ossicular,
)
Atualmente, as indicações e os resultados dos Implantes Ativos do ouvido médio são muito sobreponíveis aos das próteses auditivas. O facto de não precisarem de molde a ocluir o canal auditivo torna-os muito confortáveis, evitando a sensação de tampão ou de humidade referido por muitos indivíduos portadores de próteses auditivas convencionais.
Os Implantes Ativos de ouvido médio além de serem totalmente invisíveis no exterior permitem manter a audição durante o sono, no duche ou durante a prática de natação.
Morfina – O que é?
Foi criada em 1803, pelo farmacêutico alemão Friedrich Wilhelm Adam Serturner, e que lhe deu o nome em homenagem ao Deus grego do sono, Morfeu.
O seu uso foi mais difundido a partir de 1853, com a invenção da seringa. Actualmente esta substância existe em forma de pó, líquido, barra ou comprimidos, podendo ser consumida por via oral, fumada ou injectada.
Lesões dos Tendões Extensores – O que é?
Os tendões extensores localizados na face dorsal da mão, e ligados a músculos no antebraço, permitem-nos esticar os dedos. Conforme se estendem à parte distal dos dedos vão se tornando mais finos e recebem ao nível da mão pequenos tendões da musculatura intrínseca da mão.
Lesões comuns dos tendões extensores
Cortes no dorso da mão ou dedos que afetem os tendões extensores causam normalmente déficit de extensão do dedo afetado nas articulações distalmente ao corte. São normalmente tratadas com sutura do tendão e imobilização com tala por períodos longos (4 a 7 semanas). Muitas vezes o uso de talas dinâmicas e fisioterapia são necessários após o retirar da imobilização.
O dedo em martelo refere-se com a queda da última falange na articulação distal do dedo associada a ferida, arrancamento ósseo ou estiramento do tendão mas o resultado é sempre o mesmo: ponta do dedo que não se consegue esticar. Rotura fechada, associada ou não a fratura da falange levam a imobilização prolongada com tala, corte do tendão necessita de reparação cirúrgica seguida de igual período de imobilização (7 a 8 semanas).
Deformação em botoeira refere-se a deformação em flexão ao nível da interfalângica proximal (nos casos graves e prolongados associada a hiperextensão ao nível da interfalângica distal) associada a corte ou rotura na inserção do tendão extensor na base da 2ª falange. Sutura do tendão, reinserção na base da falange e imobilização por período de 5 ou 6 semanas são os tratamentos recomendados. O não tratamento deste tipo de lesão leva muitas vezes a rigidez fixa em flexão.
*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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