Consultas e Exames Popular em DF
Clínica Geral no Centro de Ceilândia – OdontoCompany
Angiovascular Angiologia E Cirurgia Vascular S S – Brasilia – DF
Multifono Clinica – Brasilia – DF
Clinica De Fisioterapia Pelvica Dra Patricia Diniz – Brasilia – DF
Clinica Stevanato – Brasilia – DF
Clinica Bicudo De Castro – Brasilia – DF
Perguntas Frequentes
Hiperglicemia – O que é?
Este termo designa a presença de concentrações elevadas de glucose no sangue. De um modo geral, ocorre quando os níveis de insulina estão reduzidos ou o organismo não a consegue utilizar corretamente.
Está presente nos doentes diabéticos, tanto no tipo 1 como no tipo 2. Contudo, pode ocorrer noutros contextos, mesmo na ausência de diabetes. Pode dar-se em períodos em que não se come nada, o que se verifica quando os níveis de açúcar são superiores a 130 mg/dL, após jejum completo de 8 horas, ou após uma refeição – neste caso, os valores de glicémia devem ser superiores a 180 mg/dL duas horas após a ingestão de alimentos. Vale a pena referir que, na ausência de diabetes, a glicémia raramente ultrapassa os 140 mg/dL após a pessoa comer.
É importante reconhecer e tratá-la porque, a longo prazo, pode causar lesão dos nervos, dos vasos sanguíneos e de diversos órgãos.
A hiperglicemia no contexto da diabetes assume um impacto muito importante, dada a prevalência desta doença. Em 2014 estimava-se que cerca de um milhão de portugueses sofresse desta enfermidade. No grupo etário entre os 60 e os 79 anos, cerca de 25% da população é diabética. Ainda em Portugal, foram detetados à volta de 2,1 milhões de indivíduos com hiperglicemia ainda sem evidência da doença.
Bronquiectasia – Sintomas?
Tosse crónica com expetoração mucopurulenta e viscosa com necessidade de antibióticos frequentes
Hemoptises
Dificuldade respiratória (dispneia), pieira, dor torácica, rinosinusite
Astenia e perda de peso
Colonização por Pseudomonas aeruginosa (PSAE)
DPOC sem história tabágica
Asma de difícil controlo
Qual é o tratamento para aorta dilatada??
O tratamento para a aorta dilatada depende dos sintomas apresentados pelo paciente, do grau de dilatação da aorta e da velocidade da sua progressão. O tratamento definitivo é o cirúrgico, mas conforme as condições físicas do paciente, como a necessidade de tratar outros problemas antes da realização da cirurgia, pode-se realizar o tratamento clínico com o objetivo de controlar a progressão da dilatação e complicações da sua possível ruptura.
*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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