Consultas e Exames Popular em DF
Ergolab – Brasilia – DF
Pro Consciencia – Brasilia – DF
Clinica Odontologica Prof Aluizio – Brasilia – DF
Clínica Popular Amor Saúde – Sobradinho – DF
Tania Maria Martins Mendes – Brasilia – DF
Iosp – Brasilia – DF
Perguntas Frequentes
Tendinite – Sintomas?
Numa fase inicial apresenta dor localizada ao tendão envolvido, que se acentua nos movimentos contra resistência, ou seja, nas situações em que o músculo ou músculos em questão e os respectivos tendões são forçados. Quando examinado o doente apresenta uma dor localizada e limitação dos movimentos.
As tendinites tendem a evoluir em quatro fases, em função das queixas apresentadas: na primeira fase, a dor surge após a actividade desportiva; na segunda, a dor aparece no início da prática desportiva, desaparece após o período de aquecimento e pode reaparecer com o cansaço; na terceira, a dor é constante, em repouso e no exercício; na quarta fase, ocorre rotura do tendão.
A palpação do tendão produz dor, ficando este mais espesso e perdendo-se a nitidez do seu contorno.
A falta de um tratamento eficaz determina a evolução das tendinites e conduz à cronicidade e posterior rotura do tendão.
O que fazer no caso de câimbra na gravidez??
Em caso de câimbra na gravidez, siga os seguintes passos no momento da câimbra:
Aneurisma da aorta abdominal – O que é?
O termo aneurisma provém do grego e significa dilatação e aplica-se sempre que há um aumento irreversível do diâmetro normal das artérias. Caracteriza-se por tumefação mais ou menos volumosa, pulsátil e com expansão, isto é, com uma variação de diâmetro síncrona com a pulsação arterial.
O aneurisma da aorta abdominal (AAA) infrarrenal é uma doença relativamente frequente, denominando-se como tal sempre que a dilatação for superior a três centímetros.
Resulta de uma fraqueza estrutural da parede arterial, nomeadamente da túnica média, sendo a sua causa mais frequente a aterosclerose. Nestas situações tem em regra uma distribuição focal, com localizações preferenciais na aorta abdominal infrarrenal e nas artérias poplítea e subclávia.
É mais frequente a partir dos 65 anos, mais comum no sexo masculino e a sua prevalência é maior em pacientes com doença coronária ou arterial oclusiva periférica e em portadores de aneurismas periféricos.
Se a prevalência na população portuguesa for semelhante à de outros países europeus, poder-se-á admitir que pode haver cerca de 500 novos casos por ano, com tendência a aumentar, consequência do progressivo envelhecimento da população.
A sua importância clínica deriva essencialmente da irreversibilidade da dilatação arterial e do seu carácter progressivo, a qual pode conduzir à rutura, situação fatal se não tratada cirurgicamente, e associada a elevada mortalidade – 80% nas melhores séries publicadas, o que contrasta com um risco cirúrgico mínimo (menor que 4%) – quando é tratado de forma programada.
*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
Precisa de ajuda? Fale com nosso atendimento!
Encontre consultas, exames e clínicas popular DF –
