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Perguntas Frequentes


Cirrose hepática – Sintomas?

Na fase inicial, não existem quaisquer sintomas associados à cirrose. Os mais precoces costumam ser fadiga, perda de energia, de apetite e de peso, náuseas, dores abdominais e pequenos derrames na pele em forma de “aranha”. Podem ocorrer hemorragias mais facilmente ou formação de “nódoas-negras”.

Na fase de descompensação, ocorrem diversos sinais como:

Icterícia (olhos e pele amarelados)
Presença de ascite (barriga de água)
Inchaço das pernas
Hemorragias digestivas sob a forma de vómitos ou fezes com sangue, mais frequentemente provocadas pela rotura de veias dilatadas no esófago (varizes esofágicas)
Fezes descoradas
Alterações mentais que podem levar a confusão, agressividade e mesmo coma (encefalopatia hepática)
Desenvolvimento de infeções graves
Alterações hormonais com disfunção erétil e aumento das glândulas mamárias no homem
Cancro do fígado (carcinoma hepatocelular ou hepatoma)

O risco de desenvolvimento de cancro do fígado na cirrose hepática é de cerca de 1% a 4% por ano. Este carcinoma apresenta elevada mortalidade se for diagnosticado numa fase avançada. Por esse motivo, é muito importante que todos os doentes com cirrose realizem uma ecografia abdominal de seis em seis meses, para que o tumor seja diagnosticado ainda com pequenas dimensões. Nesses casos, existem alguns tratamentos eficazes, como o transplante hepático, a remoção cirúrgica, a radiofrequência, a alcoolização, a quimioembolização ou um medicamento (sorafenib), administrado por via oral.


FPS (Factor de Protecção Solar) – O que é?

Graduação que está presente nos protectores solares que visa bloquear a acção da radiação ultravioleta.

Quanto maior for o FPS maior é a protecção do filtro solar e quanto mais claro for o tipo de pele mais elevado deve ser o FPS.


Obesidade infantil – O que é?

A obesidade é uma doença crónica e complexa, com uma prevalência crescente em todo o mundo e considerada pela Organização Mundial de Saúde como a epidemia global do século XXI.

O estudo Cosi, realizado em Portugal em 2008/2009, envolvendo crianças do 1º ciclo do ensino básico, detetou excesso de peso em 32%, com 14% de obesidade. Em 2012, o estudo EPACI, com crianças nos três primeiros anos de vida, encontrou cerca de 32% de crianças com excesso de peso e 6,4% com obesidade, logo aos 12 meses de vida. Esta elevada prevalência em Portugal e em idades tão precoces, tem sido alvo de atenção por parte dos profissionais de saúde, da educação e da sociedade em geral.


*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.

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