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Perguntas Frequentes
Queimação no estômago pode ser gravidez??
Talvez, apesar de não ser um sintoma típico de gravidez, a queimação no estômago pode ser decorrente das grandes alterações hormonais do início da gestação. Portanto, uma mulher grávida pode apresentar sim sintomas de azia e queimação, mas este não é um sintoma definidor de gravidez, afinal a queimação pode ser decorrentes de inúmeros outros problemas.
Tenosinovite de Quervain – O que é?
A tenossinovite de De Quervain é uma inflamação dos tendões que passam no punho para o polegar, associada à inflamação da bainha protetora que cobre esse tendão.
Neste caso os tendões inflamados servem para estender o polegar e passam num túnel (1º compartimento extensor) que se estiver ocupado por tecido inflamatório origina dor com a mobilização do dedo.
Na maior parte dos casos a causa é desconhecida e pode afetar pessoas de todas as idades.
É comum aparecer em mulheres na 4ª a 6ª semana após o parto, provavelmente por alterações hormonais ou por retenção de líquidos na gravidez.
Esta doença é a perturbação mais comum relacionada com o excesso de uso e envolve a articulação do punho.
É muito frequente em pessoas que usam a mão fazendo uma pega firma associada a um desvio do punho para o lado do osso cúbito, como acontece no ténis.
Capsulite adesiva – Sintomas?
Por vezes os doentes associam o seu início a um episódio traumático. Outros referem um quadro de dores ocasionais no ombro, que não os impedem de fazer as atividades de vida diária e que progressivamente se vai transformando num quadro incapacitante.
Nesta patologia o processo inflamatório dentro da articulação leva a uma diminuição progressiva do fundo de saco axilar, a um encurtamento de todos os ligamentos, à formação de aderências (pontes entre várias estruturas) e a um aumento da espessura da cápsula, a qual perde a sua distensibilidade. São estes fatores que provocam uma limitação da mobilidade passiva (aquela que o examinador pesquisa no doente), sobretudo da rotação externa.
Classicamente descrevem-se três fases desta doença:
Uma fase que corresponde ao período de maior inflamação da articulação. O paciente sente uma dor predominantemente noturna que não permite o sono tranquilo e uma redução progressiva da mobilidade que o vai impedindo de levantar o braço e de chegar por exemplo atrás das costas.
Uma fase congelada em que a dor diminui, mas em que se mantem a redução da flexibilidade e a incapacidade para uma vida com qualidade.
Uma fase de resolução em que progressivamente o doente readquire o movimento.
É uma patologia considerada autolimitada já que tem uma duração de cerca de dois anos. No entanto é impossível pedir a um doente com dores intensas, que não dorme e que tem limitações importantes da mobilidade, que aguarde nestas circunstâncias que esse período finde. Mais recentemente tem sido contestado o carácter benigno do seu curso pois verificou-se que uma percentagem importante de pacientes que seguiram a história natural da doença apresentam limitações da mobilidade que interferem com a sua qualidade de vida.
*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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