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Perguntas Frequentes


Poliomielite – Sintomas?

Poliomielite ligeira: Tende a ser mais comum nas crianças mais jovens. Os sintomas, que se iniciam entre o 3.º e o 5.º dia depois da infeção, consistem numa sensação de mal-estar geral, febre ligeira, dor de cabeça, irritação da garganta e vómitos. A recuperação faz-se normalmente em 24 a 72 horas;
Poliomielite grave: É mais provável nas crianças mais velhas e nos adultos. Os indícios, que normalmente surgem entre o 7.º e o 14.º dia depois da infeção, incluem febre, dor de cabeça e muscular profunda, rigidez do pescoço e dor nas costas. Em algumas zonas da pele ocorrem sensações de picadas e uma invulgar sensibilidade à dor. A doença pode estacionar ou progredir e desenvolver debilidade ou paralisia em certos músculos, dependendo das regiões do cérebro e da espinal medula que foram afetadas. Pode também ocorrer dificuldade em engolir saliva, alimentos ou líquidos.

A complicação mais grave é a paralisia permanente, embora ocorra em menos de um em cada 200 casos. A debilidade de um ou mais músculos é bastante frequente. Por vezes, a parte do cérebro responsável pela respiração pode ser atingida e provocar debilidade ou imobilidade nos músculos do peito. Hoje em dia, a morte por esta enfermidade é rara.

Alguns pacientes desenvolvem outras complicações 20 a 30 anos depois de terem sofrido um ataque de poliomielite. Esta doença (síndroma de pós-poliomielite) consiste numa fraqueza muscular progressiva, que muitas vezes provoca invalidez.


Síndrome do ovário poliquístico – O que é?

É uma das desordens endocrinológicas mais comuns, afetando aproximadamente 6% da população feminina em idade reprodutiva. É uma síndrome importante por atingir um grande número de mulheres em plena idade fértil.

As mulheres com a síndrome dos ovários poliquísticos (SOP) apresentam um desequilíbrio hormonal que interfere nos processos reprodutivos normais. As primeiras alterações surgem na puberdade e manifestam-se como alterações menstruais e variações hormonais.

Esta condição associa-se frequentemente a infertilidade, maior risco de desenvolver diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares e maior prevalência  de cancro do endométrio em idade precoce.


Doença inflamatória do intestino – Sintomas?

As manifestações são diferentes para a colite ulcerosa e para a doença de Crohn. No primeiro caso, há um ataque ao revestimento interno do intestino grosso causando inflamação, ulceração e hemorragia. Durante uma crise de colite ulcerosa, os pacientes quase sempre apresentam diarreia com sangue associada a cólicas, cansaço, perda de apetite e de peso. A remoção do cólon é, em alguns casos, uma opção terapêutica. No segundo caso, ocorre uma inflamação que atravessa toda a espessura da parede intestinal e que pode acontecer em qualquer parte do tubo digestivo, desde a boca até ao ânus. O sintoma mais comum é dor abdominal, que pode estar associada a diarreia, hemorragia, perda de apetite, perda de peso, fraqueza, fadiga, náuseas, vómitos, febre e anemia. A cirurgia pode ser necessária, mas não cura a doença.

Podem ocorrer outros indícios não relacionados diretamente ao intestino tanto na colite ulcerosa como na doença de Crohn. Dentro desses sinais, destaca-se a artrite, com articulações inchadas, doridas e rígidas; úlceras orais; febre; olhos avermelhados, doridos e sensíveis à luz; e erupções cutâneas.


*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.

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