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Perguntas Frequentes


Mieloma Múltiplo – O que é?

O mieloma múltiplo (também designado simplesmente como mieloma) é um cancro com origem nos plasmócitos da medula óssea.

Mutações nos genes dos plasmócitos podem transformá-los em mieloma, e ao contrário dos plasmócitos normais, as células de mieloma produzem novas células que não são necessárias e não morrem quando velhas ou danificadas. As células do mieloma fazem sucessivamente mais cópias de si mesmas.

Como resultado, forma-se um grupo de células de mieloma, todas com o mesmo defeito genético.

As células de mieloma são plasmócitos doentes mas que ainda produzem imunoglobulinas. Estas imunoglobulinas são ineficazes, são todas iguais chamam-se monoclonais porque têm origem no mesmo clone, acumulam-se no sangue e são eliminadas através da urina.

Por isso, num doente com mieloma múltiplo é muito importante a análise ao sangue para encontrar estas imunoglobulinas.


Epicondilite externa – Sintomas?

A epicondilite está associada a dor na face lateral do cotovelo, que pode ser agravada pela execução de movimentos repetidos, transporte de pesos ou extensão do punho contra resistência. Pode também verificar-se edema ou “empastamento” da zona dolorosa quando se realiza a palpação.

Os sintomas desenvolvem-se de um modo gradual e vão piorando ao longo de semanas ou meses, não existindo um trauma específico associado ao início dos sintomas.

Para lá da dor, pode ocorrer um inchaço e uma sensação de queimadura na região externa do cotovelo, com perda de força no pulso. Os sintomas agravam-se quando se segura uma raqueta, roda uma maçaneta ou quando se aperta a mão de alguém.

Embora o braço dominante seja o mais afetado, esta entidade pode afetar os dois braços


Demência – O que é?

Demência é um termo genérico, utilizado para designar um conjunto de doenças nas quais existe deterioração do desempenho cognitivo e comportamental, condicionando a autonomia.

Existem diversas demências e são raras as que se podem tratar ou prevenir eficazmente. Acredita-se, no entanto, que um estilo de vida saudável possa retardar o surgimento da maioria.

 

Demência sem perda de autonomia

Quando há um desempenho cognitivo inferior à idade e escolaridade mas o doente é capaz de realizar todas as tarefas que antes assumia, tem um defeito cognitivo ligeiro. Esta categoria representa um estado de transição entre a normalidade e a demência, sendo que a conversão ocorre a um ritmo de 15% por ano.

 

Que funções se podem perder com a demência?

Os principais domínios cognitivos que podem ser afetados são: 

A capacidade de organização, planeamento, decisão e julgamento (funções executivas);
A capacidade de reter e evocar informação (memória);
A capacidade de expressão e compreensão verbal (linguagem); 
A capacidade de reconhecer pessoas e objetos (gnose);
A capacidade de orientação no espaço e de produzir sequências de atos motores (praxis).

Cada categoria de demência tende a afetar estes domínios cognitivos num padrão relativamente típico. Tal decorre, por um lado, da predileção que cada uma delas tem por determinadas regiões do cérebro e, por outro, da relevância que cada uma destas categorias assume para cada função cognitiva.

 

Como se classificam as demências?

São várias as classificações utilizadas, sendo que uma das que se mostrou clinicamente mais útil as divide em:

Primárias (degenerativas, em que a demência é a própria doença);
Secundárias (em que há outra patologia que se manifesta por demência);

Entre as últimas há algumas passíveis de serem tratadas e/ou prevenidas, sublinhando a importância de um diagnóstico correto, para o qual contribuem a colheita pormenorizada da história clínica, o exame neurológico e neuro psicológico, e o uso compreensivo de exames laboratoriais e imagiológicos.

 

Quais são as demências mais comuns?

As principais são:

Doença de Alzheimer (que representa cerca de dois terços de todos os casos);
Demência frontotemporal;
Demência com corpos de Lewy;
Demência vascular (destas, a única secundária).

 

Qual a taxa de prevalência da demência?

No que toca à frequência, os dados epidemiológicos mais abundantes referem-se à doença de Alzheimer. A sua taxa de prevalência, que aumenta exponencialmente com a idade, varia de até 1% entre os 60 e os 65 anos a quase 50% acima dos 90 anos, estimando-se um total superior a 150 mil pacientes em Portugal e 35 milhões em todo o mundo.


*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.

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