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Rocha Goncalves – Brasilia – DF
Nefroclinica – Brasilia – DF
Odilon Alves De Oliveira – Brasilia – DF
Clinica Angiomedi Mulher – Brasilia – DF
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Perguntas Frequentes
Fratura da coluna – O que é?
A coluna é composta por vértebras que criam as curvas naturais das costas. Entre elas há discos intervertebrais que atuam como amortecedores dos impactos e possibilitam os movimentos da coluna. Músculos e ligamentos ligam as vértebras e permitem o movimento, fornecendo suporte e estabilidade. Cada vértebra tem uma abertura (forâmen) no centro, alinhando-se para formar o canal medular. Protegidas pelas vértebras, a espinal medula e outras raízes nervosas viajam pelo canal medular. Os nervos ramificam-se a partir da coluna, transmitindo mensagens entre o cérebro e os músculos.
Outras articulações vertebrais como as facetas ósseas asseguram os movimentos e a rotação vertebral.
A coluna vertebral divide-se em 3 segmentos: cervical, torácica e lombar.
As fraturas vertebrais mais comuns ocorrem na coluna torácica e lombar. Uma fratura da coluna vertebral é uma lesão grave, geralmente causada por um acidente automóvel, queda ou outro acidente de alta impacto. A energia necessária para fraturar severamente a coluna também pode causar lesões na espinal medula ou outros danos que requerem tratamento adicional. Os homens experimentam fraturas da coluna torácica ou lombar quatro vezes mais frequentemente do que as mulheres, e os idosos com osteoporose também correm maior risco.
Abcesso pulmonar – Sintomas?
O quadro clínico é variável, dependendo dos antecedentes do doente, da gravidade e extensão da patologia e do microrganismo implicado. Os pacientes com abcessos pulmonares por agentes bacterianos anaeróbios apresentam sintomas discretos que podem evoluir durante semanas ou meses, tendo habitualmente doença gengival associada. Estes sinais podem assemelhar-se aos da tuberculose pulmonar. Os principais indícios são febre ao final do dia, com temperatura axilar de 37° – 37,5°C, suores noturnos, tosse inicialmente seca e depois produtiva, dificuldade respiratória, dor torácica, perda de apetite e emagrecimento. A expetoração tem habitualmente cheiro fétido e causa um paladar desagradável. Podem surgir sangue na expetoração e pleurisia, em caso de rotura do abcesso para os brônquios ou para a cavidade pleural. A avaliação médica e a auscultação fornecem elementos importantes que permitem um melhor esclarecimento do quadro clínico.
As complicações resultam da rotura para o espaço pleural provocando empiema, fibrose pulmonar, pulmão encarcerado, insuficiência respiratória, fístula bronco-pleural ou cutâneo-pleural e disseminação da infeção pela corrente sanguínea. Nos doentes com empiema associado ao abcesso pulmonar, a sua drenagem com tratamento antibiótico prolongado é com frequência essencial.
Tuberculose ganglionar tem cura? Como é o tratamento??
Sim, tuberculose ganglionar tem cura. O tratamento geralmente é feito com esquemas de até 4 medicamentos antibióticos, tomados por via oral: rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol, com uma duração mínima de 6 meses, podendo ser prolongado por até 12 meses, dependendo do caso.
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