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Perguntas Frequentes


Perdas urinárias pós-parto – Sintomas?

Existem vários tipos de incontinência urinária:

 

Incontinência Urinária de Esforço (IUE)

Perda involuntária de urina durante a realização de actividades de esforço.

Incontinência Urinária de Urgência (IUU)

Perda involuntária de urina que ocorre depois de um súbito e intenso desejo de urinar.

Incontinência Urinária Mista (IUM)

Coexistência de sintomas de IUE e IUU. Deve-se tentar determinar quais os sintomas que predominam e que mais incomodam a doente. O tratamento envolve a abordagem terapêutica de ambas as formas de incontinência.

Incontinência Urinária de Refluxo

Perda involuntária de urina por sobredistensão de uma bexiga hipotónica. 

Incontinência Urinária Funcional

Este tipo de incontinência ocorre quando a doente, depois de reconhecer a necessidade de urinar, não tem capacidade de chegar a tempo à casa de banho, por mobilidade limitada ou doença neurológica que a impeça de planear essa ação de forma estruturada.


Ultrassom revelou fígado aumentado e com gordura. Pode ser grave??

Depende. Fígado aumentado e com gordura tanto pode ser uma condição simples, que não vai lesionar o fígado, como pode evoluir para uma inflamação com lesão do órgão. Na maioria dos casos, o acúmulo de gordura no fígado tem evolução benigna.


Doença arterial periférica – O que é?

Caracteriza-se por ser uma doença de natureza obstrutiva do lúmen arterial, resultando num défice de fluxo sanguíneo aos tecidos, cuja principal consequência é a presença de sinais e sintomas característicos de isquemia.

A componente obstrutiva da doença está em cerca de 90% dos casos associada à aterosclerose. Afeta cerca de 3% a 10% das pessoas, aumentando para 15% a 20% em adultos com mais de 70 anos.

A doença cardiovascular é uma das principais causas de mortalidade e morbilidade na população portuguesa, pelo que o seu diagnóstico e tratamento precoces, bem como a sua prevenção, são essenciais.

Esta enfermidade constitui um importante marcador da presença de um risco elevado de mortalidade cardiovascular. É idêntica à doença coronária, distinguindo-se apenas pelas artérias e territórios atingidos.

Os fatores de risco mais frequentes são:

Ausência da prática regular de exercício físico
Hipertensão
Hipercolesterolémia
História familiar de angina de peito
Enfarte do miocárdio
Acidente vascular cerebral
Aneurisma da aorta abdominal

Estima-se que as pessoas por ela afetadas apresentem um risco quatro a cinco vezes superior de virem a sofrer um enfarte do miocárdio ou um acidente vascular cerebral. Por outro lado, se não for devidamente tratada pode evoluir para gangrena, com necessidade de amputação de um membro.


*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.

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