Consultas e Exames Popular em DF
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Samu Df Usb 17 – Brasilia – DF
Inst Dermatologia Alergia E Pediatria Saint Louis Ltda – Brasilia – DF
Evanine Borges Pizani – Brasilia – DF
Clinica Odontologica Sorrir – Brasilia – DF
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Perguntas Frequentes
Rotura tendinosa do cotovelo – Sintomas?
Este tipo de rotura determina que o músculo suba em direção ao ombro, originando uma saliência na parte superior do antebraço e uma zona mais deprimida junto ao cotovelo, resultante da ausência do tendão.
É comum observar-se um hematoma na região do cotovelo.
A dor é intensa no início mas torna-se menos intensa ao fim de uma ou duas semanas.
Pode ainda ocorrer inchaço na região anterior do cotovelo, perda de força na flexão e na torção.
Orelha alargada depois volta ao normal??
Orelha alargada não volta ao normal, seja o alargador de 6 mm, 8 mm ou qualquer outro tamanho. A única forma da orelha alargada voltar ao normal é através de cirurgia, uma vez que qualquer furo na orelha que fique aberto por mais de duas semanas na maioria dos casos será definitivo.
Surdez Infantil – O que é?
Um número significativo de crianças tem problemas de audição, de diferentes graus e tipos, sendo normalmente no seio da família ou na escola que a situação é suspeitada. A perda auditiva infantil é muitas vezes um problema transitório e de fácil resolução, com tratamento médico e/ou com uma pequena cirurgia. No entanto, pode-se estar sempre perante uma situação de maior gravidade como a surdez neurosensorial de carácter definitivo, que requer um programa de apoio de ensino especial e uma atuação, tão precoce quanto possível, ao nível da reabilitação cognitiva.
Relativamente à surdez infantil podemos distinguir logo à partida dois grupos distintos: formas congénitas e formas adquiridas.
O termo surdez congénita implica que a perda auditiva esteja presente ao nascimento. Pode incluir formas hereditárias ou formas de surdez devido a outros fatores presentes in útero (pré-natal) ou na altura do nascimento.
As formas hereditárias parecem estar envolvidas em mais de 50% dos casos de surdez congénita. A transmissão genética pode ser autossómica dominante (quando um dos progenitores, geralmente com surdez, carrega o gene dominante e o transmite para a criança em 50% das vezes), autossómica recessiva (onde ambos os pais não manifestam qualquer surdez, transmitem um gene recessivo, sendo essa probabilidade de transmissão de 25%) e ligada ao X (na qual a mãe carrega um gene recessivo no cromossoma sexual X e o transmite para os descendentes, manifestando-se apenas nos descendentes do sexo masculino).
A surdez adquirida é a surdez que surge após o nascimento, em qualquer altura da vida, resultando de diversas situações clínicas.
*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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