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Perguntas Frequentes


Sequestro – Doenças e Tratamentos?

Trata-se de um fragmento ósseo necrosado (processo de degenerescência que acaba por destruir uma célula ou um tecido) saliente do resto do osso, proveniente de um foco de osteíte (afecção inflamatória de um osso) ou osteomielite (inflamação aguda ou crónica da parte cortical de um osso).


Narcolepsia – Sintomas?

Na narcolepsia, os pacientes apresentam crises de sono em qualquer momento e só temporariamente conseguirão resistir ao desejo de dormir.

Esses episódios podem ocorrer durante qualquer tipo de atividade e a qualquer hora, mas é mais provável que as crises se apresentem em situações monótonas, como em reuniões pouco interessantes ou na condução prolongada em autoestradas.

O despertar deste sono narcoléptico é tão fácil como no sono normal. A pessoa pode sentir-se bem ao acordar e voltar a adormecer poucos minutos depois. Pode ocorrer uma ou várias crises por dia e cada uma delas não é muito prolongada, podendo durar uma hora ou menos.

Por vezes, ocorre paralisia momentânea sem perda da consciência (cataplexia) em resposta a situações emocionais bruscas. Nesses casos, as extremidades do paciente apresentam-se débeis, podendo largar o que está a segurar ou cair.

Outra manifestação da narcolepsia é a ocorrência de episódios esporádicos de paralisia do sono nos quais o paciente sente, imediatamente depois de acordar, que se quer mover mas não consegue, o que origina sentimentos de medo e ansiedade. Podem produzir-se alucinações visuais ou auditivas no início do sono ou, com menor frequência, ao despertar, que são semelhantes às do sono normal embora mais intensas. De um modo geral são poucos os pacientes com narcolepsia, cerca de 10%, que apresentam todos estes sintomas; a maioria refere apenas alguns.


Blefarite – O que é?

A blefarite corresponde a uma inflamação da margem das pálpebras que pode afetar até 30% da população. Divide-se em:

Anterior (mais superficial, onde nascem as pestanas) 

Posterior (mais profunda, associada a uma disfunção das glândulas de Meibomius localizadas no interior das pálpebras). 

Muitos dos casos são mistos, envolvendo a pálpebra de forma global. A blefarite pode associar-se a problemas cutâneos como rosácea, psoríase ou dermatite seborreica, mas também a alterações hormonais, quimioterapia, ou desenvolver-se gradualmente com o envelhecimento. Em muitos casos não é possível identificar uma causa direta.


*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.

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