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Perguntas Frequentes


Caroço na cabeça: o que pode ser??

Caroço (nódulo) na cabeça, mais especificamente no couro cabeludo, pode ser sinal de dermatite seborreica, cisto sebáceo ou hematomas.


Rosácea – O que é?

É uma condição inflamatória crónica comum da pele que afeta mais frequentemente a face. Sem tratamento vai piorando ao longo do  tempo. Muitas vezes é confundida com acne, eczema ou alergias. 

Parece ser mais comum entre mulheres de meia idade de pele clara. Embora as causas não sejam totalmente compreendidas e não exista cura, existem várias formas de aliviar os seus sintomas

Caracteriza-se por vermelhidão, vasos dilatados e sensação de calor na região central da face. Com a evolução da doença podem aparecer inchaço e pústulas. Por vezes, chega a atingir os olhos. Numa fase inicial, surge por pequenos períodos mas, com o tempo, a situação tende a tornar-se permanente. Tem uma incidência maior nos adultos entre os 30 e 50 anos e é mais frequente nas mulheres de pele clara.


Doença de Kawasaki – Sintomas?

O diagnóstico da doença de Kawasaki é clínico, ou seja, é feito baseado em sintomas e sinais que os doentes apresentam.

Tem de coexistir febre alta, diária, difícil de ceder ao antipirético, durante mais de 5 dias e, pelo menos 4, dos seguintes sintomas:

Erupção cutânea, rosada, maculo papular, mais comum entre o peito e as pernas e na zona genital e das virilhas. É comum existir descamação da pele das mãos e dos pés na 2ª semana de doença
Vermelhidão e inchaço do dorso das mãos e planta dos pés.
Olhos vermelhos sem exsudado
Gânglio cervical, no pescoço, com mais de 1,5 cm.
Inflamação da boca e lábios.
Língua vermelha.

Pode haver referencia a outros sintomas, denominados sintomas minor, que geralmente surgem mais tarde, como:

Dor nas articulações.
Dores abdominais.
Problemas gastrointestinais, como diarreia e vómitos.
Irritabilidade 

A doença de Kawasaki pode provocar problemas cardíacos, como miocardite e aneurismas coronários, sobretudo se não for iniciado tratamento até ao 10 dia de doença.

Como o diagnóstico é clínico, é fundamental que o médico suspeite da doença, uma vez que o tratamento atempado evita as complicações cardíacas. A incidência destas complicações quando o doente não é não tratado é de 20 a 30%, enquanto que se for realizado tratamento serão de 3 a 5%.


*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.

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