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Perguntas Frequentes


Dor de dentes – Doenças e Tratamentos?

As medidas tomadas dependem do tipo de dor, que pode associar-se a tumefação, sinal de abcesso dentário ou gengival ou por outras causas que requerem identificação.


Tensão arterial – O que é?

A tensão arterial é a pressão do sangue dentro do coração e das artérias.

É expressa habitualmente em milímetros ou centímetros de mercúrio e é descrita por dois valores, conhecidos vulgarmente como a “máxima” (sistólica) e a “mínima” (diastólica). O valor mais alto é referente à pressão provocada pela contracção do coração e o valor mais baixo é a pressão nas artérias quando o coração relaxa entre duas contracções. Tensão Alta é definida por uma tensão arterial frequentemente igual ou acima de 140 mmHg (sistólica) ou igual ou superior a 90 mmHg (diastólica). Uma pressão arterial de 140/80, por exemplo, já é alta, pois a sistólica já atinge os 140 mmHg. Outro exemplo: uma tensão arterial de 130/90 também é elevada pois a diastólica já atinge os 90 mmHg. Considera-se que alguém sofre de tensão alta se em 3 medições (em dias diferentes) a tensão for igual ou superior a 140/90.


Espondilolistese – O que é?

A espondilolistese ocorre quando uma das vértebras da coluna desliza da sua posição normal, geralmente deslocando-se para frente sobre a vértebra que se encontra imediatamente abaixo. É mais comum na região lombar.

Já a espondilólise, condição associada, corresponde a um defeito da pars interarticularis (pequeno segmento de osso que une as facetas de uma vértebra) de uma vértebra.

 

A espondilolistese é dividida em tipos e graus, baseados na sua origem: 

Tipo I: Em alguns casos, as pessoas nascem com espondilolistese. Uma criança também pode desenvolver a condição naturalmente durante o seu desenvolvimento. Em ambas as situações, pode não haver qualquer sintomas até mais tarde.
Tipo II:  O mais comum, ocorre quando há um problema com uma seção da vértebra chamada pars interarticularis. As fraturas do tipo II só se tornam espondilolistese se obrigarem a vértebra a mover-se para frente. O tipo II é inclui:

IIA que envolve microfraturas causadas por utilização excessiva das vértebras e hiperextensão;
IIB que inclui muitas microfraturas que curam com formação de osso extra, provocando alongamento e desalinhamento;
IIC corresponde a uma fratura completa causada por trauma (lesão desportiva ou acidente);

Tipo III:  Está associado ao envelhecimento e ao desgaste ósseo natural;
Tipo IV: Trata-se de uma fratura que ocorre em qualquer zona da vértebra, exceto na região pars interarticularis;
Tipo V: Devido a tumores nas vértebras;
Tipo VI: É uma espondilolistese rara causada pelo enfraquecimento após cirurgia.

 

Esta patologia é também classificada em graus de acordo com a percentagem de deslizamento anterior do corpo vertebral: 

Grau 1: 25%
Grau 2: Entre 25% e 50%
Grau 3: Entre 50% a 75%
Grau 4: Entre 75% a 100%
Grau 5: O corpo vertebral parece totalmente desconectado


*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.

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