Farmácia no Tucuruvi – Drogarias Ultrapopular

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A Ultra Popular é uma das marcas da rede Farmarcas, uma associação criada para administrar agrupamentos farmacêuticos e redes associativas vinculadas à Febrafar, tendo como foco a capacitação dos empresários e a excelência na gestão de lojas.

A rede de farmácias Ultra Popular está presente em mais de 280 cidades brasileiras, inclusive nas principais capitais do país.
O objetivo da Ultra Popular é trabalhar para que seus associados tenham uma empresa cada
vez mais competitiva no mercado regional farmacêutico, com foco em gestão e processos, através da utilização de ferramentas administrativas exclusivas.
A Ultra Popular é uma marca de farmácia com grande credibilidade e confiança do consumidor, que prioriza o melhor preço
ao cliente
.

Crescimento com Excelência.

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  • Mais de 460 lojas em todo Brasil
  • Gestão competitiva no mercado de varejo
  • Novos projetos de expansão para 2018
  • Marca de alta credibilidade filiada à Febrafar

 

Conheça a Farmarcas

A Farmarcas é uma associação que foi criada para administrar agrupamentos farmacêuticos e redes associativas que sejam vinculados à Febrafar, tendo como foco a capacitação dos empresários e a excelência na gestão de lojas.
A proposta da Farmarcas é unificar as atividades administrativas em uma única central, proporcionando aumento da escala, maior poder de negociação nas condições comerciais, unificação de processos e redução de custos operacionais.
Conheça as redes de farmácias vinculadas à Febrafar que são, assim como a Ultra Popular, administradas pela Farmarcas:

Fique Sabendo!


Língua rachada o que pode ser? Qual o tratamento??

Língua rachada pode ser uma característica genética normal e individual chamada língua fissurada. Como não é uma doença não é necessário nenhum tipo de tratamento.


Quem tem hipotireoidismo pode engravidar??

Sim, mulheres com hipotireoidismo podem engravidar, desde que a doença esteja controlada. O hipotireoidismo, quando não tratado, pode causar problemas de fertilidade e dificultar a gravidez.


Intoxicação alimentar – O que é?

A intoxicação alimentar é um problema comum, por vezes grave e que pode pôr a vida em risco. As pessoas infetadas com organismos patogénicos causadores de doenças transmitidos por alimentos podem ser assintomáticos ou variar nas queixas desde leve desconforto intestinal a desidratação grave,  diarreia com sangue, prostração e alterações graves do estado geral e da consciência.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem publicado dados que são muito esclarecedores quanto à importância das bactérias, vírus e parasitas como agentes causadores de doenças de origem alimentar.

As diarreias provocadas por alimentos contaminados e de água imprópria para consumo são atualmente as principais causas de doença e morte nos países em desenvolvimento, matando cerca de 1,8 milhões de pessoas todos os anos, principalmente crianças. Na listagem das patologias com maior prevalência no mundo, as gastroenterites ocupam o primeiro lugar.

De acordo com as estimativas, as doenças de origem alimentar são 300 a 350 vezes mais frequentes do que indicam os casos declarados, afetando anualmente uma em cada três pessoas. Estas enfermidades são na sua maioria: toxinfeções alimentares, termo utilizado para englobar as infeções que ocorrem quando se ingere um alimento contaminado com um microrganismo patogénico que é capaz de crescer no trato gastrointestinal; e  intoxicações alimentares, que resultam da ingestão de alimentos nos quais previamente cresceram bactérias ou outros microrganismos que produziram toxinas que acabam por ser ingeridas juntamente com ele.

Desde 2005 que a declaração de surtos de origem alimentar tornou-se obrigatória para todos os Estados Membros da União Europeia. Em 2006, 24 países comunicaram um total de 5.710 surtos, envolvendo 53.568 pessoas, de que resultaram 5.525 hospitalizações e 50 mortes. Quando se comparam os resultados desse ano com os de 2005, observa-se um aumento de 6,6% do número de casos notificados. Os principais alimentos envolvidos foram os ovos e produtos derivados (17,8%) e a carne (não especificada, responsável por 10,3%). Seguiram-se-lhes o peixe e os seus subprodutos (17,8%) e os laticínios (3,2%).

Em Portugal, tal como acontece na maioria dos países industrializados, os dados relativos às doenças de origem alimentar são escassos, o que se traduz numa subavaliação da real dimensão desta questão e, provavelmente, numa incorreta perceção da importância relativa de cada uma das patologias. Para esta situação contribuem diversos fatores. A maioria das vítimas de uma infeção ou intoxicação alimentar não recorre a um profissional de saúde e, quando o faz, raramente é sujeita a análises que permitam identificar o agente responsável.


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