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Endocrinologista em Dom Joaquim – Clínica iMEDato
Eletrocardiograma no Ipiranga – Clínica iMEDato
Clínica Popular no Centro – Évora
Clínica Médica em Belo Horizonte – Confie

Dermatologista Popular no Barreiro – Convênio Social
Perguntas Frequentes
Bronquiectasia – Sintomas?
Tosse crónica com expetoração mucopurulenta e viscosa com necessidade de antibióticos frequentes
Hemoptises
Dificuldade respiratória (dispneia), pieira, dor torácica, rinosinusite
Astenia e perda de peso
Colonização por Pseudomonas aeruginosa (PSAE)
DPOC sem história tabágica
Asma de difícil controlo
Doença venosa crónica – O que é?
A doença venosa crónica, ou insuficiência venosa crónica, corresponde a uma anomalia do funcionamento do sistema venoso causada por uma incompetência das válvulas que existem nas veias, associada ou não à obstrução do fluxo venoso.
O sistema venoso encontra-se dividido em superficial, perfurante e profundo, podendo esta doença afetar qualquer um desses compartimentos. O funcionamento venoso depende da boa função das válvulas e dos músculos propulsores, que garantem o fluxo venoso no sentido contrário à gravidade.
A incompetência valvular das veias superficiais pode resultar no enfraquecimento das paredes vasculares ou ser secundária a tromboflebites, enquanto a incompetência venosa profunda surge, frequentemente, na sequência de uma obstrução.
A frequência desta doença aumenta com a idade. Na Europa, dos adultos com idades entre 30 e 70 anos, 5% a 15% apresentam esta enfermidade, sendo que 1% apresenta já úlcera varicosa. Nos Estados Unidos, cerca de sete milhões de pessoas têm esta patologia, que é a causa de 70% a 90% de todas as úlceras dos membros inferiores. Trata-se de um problema muito comum, capaz de reduzir a qualidade de vida e com repercussões a nível socioeconómico, tendo em conta que as suas complicações podem ser responsáveis por dor crónica e incapacitante e, consequentemente, pela perda de dias de trabalho e antecipação da reforma.
Quantos dias de atraso são considerados como atraso menstrual??
Para ser considerado atraso menstrual, a menstruação deve estar com pelo menos 15 dias de atraso. Atrasos menstruais de até 7 ou 8 dias são muito comuns e nem sempre indicam gravidez.
*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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