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Perguntas Frequentes
TAC (Tomografia Computorizada) – O que é?
A Tomografia Computorizada, também chamada TAC ou TC, é uma tecnologia de imagem que usa um equipamento especial de raios X para obter um volume de dados do corpo que são depois processados por um computador para obter imagens dos órgãos internos do organismo.
A TAC é particularmente útil para mostrar órgãos e tecidos, como o fígado ou os rins, com maior clareza e detalhe do que uma radiografia convencional. Muitas vezes é possível fazer um diagnóstico definitivo recorrendo a um exame de TAC, não sendo necessário a realização de outros exames de diagnóstico.
A TAC é um método de diagnóstico não invasivo e pode ser utilizada para estudar o coração e as artérias, os pulmões, os órgãos do abdómen, como o fígado, o baço, o pâncreas, os rins, a bexiga e o intestino, o crânio e o cérebro, a face, os seios perinasais, os ouvidos e o pescoço, a coluna, a bacia, os membros e as articulações.
Através deste exame, um médico radiologista ou neurorradiologista pode descobrir as causas de sintomas, permitindo um tratamento mais rápido e eficaz e eliminando, muitas vezes, a necessidade de outros métodos de diagnóstico mais agressivos e dolorosos.
Quais as causas do Transtorno Explosivo Intermitente (TEI)??
O Transtorno Explosivo Intermitente não tem uma causa conhecida. O desenvolvimento do transtorno é provavelmente decorrente de diversos fatores, como o meio em que a pessoa cresce e vive, predisposição genética, presença de outros transtornos mentais ou de personalidade, Mal de Parkinson, lesões cerebrais traumáticas, entre outras possíveis causas.
Surdez Infantil – O que é?
Um número significativo de crianças tem problemas de audição, de diferentes graus e tipos, sendo normalmente no seio da família ou na escola que a situação é suspeitada. A perda auditiva infantil é muitas vezes um problema transitório e de fácil resolução, com tratamento médico e/ou com uma pequena cirurgia. No entanto, pode-se estar sempre perante uma situação de maior gravidade como a surdez neurosensorial de carácter definitivo, que requer um programa de apoio de ensino especial e uma atuação, tão precoce quanto possível, ao nível da reabilitação cognitiva.
Relativamente à surdez infantil podemos distinguir logo à partida dois grupos distintos: formas congénitas e formas adquiridas.
O termo surdez congénita implica que a perda auditiva esteja presente ao nascimento. Pode incluir formas hereditárias ou formas de surdez devido a outros fatores presentes in útero (pré-natal) ou na altura do nascimento.
As formas hereditárias parecem estar envolvidas em mais de 50% dos casos de surdez congénita. A transmissão genética pode ser autossómica dominante (quando um dos progenitores, geralmente com surdez, carrega o gene dominante e o transmite para a criança em 50% das vezes), autossómica recessiva (onde ambos os pais não manifestam qualquer surdez, transmitem um gene recessivo, sendo essa probabilidade de transmissão de 25%) e ligada ao X (na qual a mãe carrega um gene recessivo no cromossoma sexual X e o transmite para os descendentes, manifestando-se apenas nos descendentes do sexo masculino).
A surdez adquirida é a surdez que surge após o nascimento, em qualquer altura da vida, resultando de diversas situações clínicas.
*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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