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Perguntas Frequentes


Disfunção eréctil – Doenças e Tratamentos?

Também conhecida como impotência sexual, traduz-se na incapacidade em atingir ou manter uma ereção que permita uma relação sexual satisfatória.


Fístula – Sintomas?

As suas manifestações são tão variáveis como a sua localização. Pela sua frequência, referem-se os sintomas da fístula anal e da vaginal. 

Na anal forma-se uma comunicação entre a região do ânus e a pele vizinha, habitualmente na sequência de um processo infecioso. Por esse motivo, os sinais mais habituais são febre, mal-estar, obstipação, dor durante a evacuação, perda de sangue ou pus através da fístula e inchaço da pele em torno da dela.

Na vaginal, a comunicação desenvolve-se entre a vagina e um órgão da região pélvica. As causas mais comuns deste tipo são o parto, a Doença de Crohn, uma cirurgia anterior ou cancro. Consoante os órgãos envolvidos, estas fístulas podem ser colovaginais, enterovaginais, retovaginais, ureterovaginais, uretrovaginais ou vesicovaginais, neste último caso colocam a vagina em comunicação com a bexiga. As manifestações variam em função da sua localização mas são muito desconfortáveis porque podem envolver a passagem de fezes ou de urina para o canal vaginal. Ocorre também mal estar, odores desagradáveis e uma sensação de desconforto vaginal.

Noutros tipos de fístulas, a febre, a dor, o prurido e o mal estar tendem a ser os sintomas predominantes. Se a fístula encerrar e a infeção permanecer, pode formar-se um abcesso.

No caso de uma fístula arteriovenosa, o sangue comunica entre uma artéria e uma veia. Como consequência, o oxigénio que é transportado não chega aos tecidos de destino, sendo desviado para a circulação venosa. Estas fístulas são mais comuns nos membros inferiores mas podem ocorrer em qualquer local do corpo. Os sinais mais comuns são a presença de veias salientes, inchaço das mãos ou dos pés, cansaço e, dependendo da sua localização, hipotensão arterial ou insuficiência cardíaca. Pode ocorrer a formação de um coágulo no interior destas fístulas e a sua libertação na corrente sanguínea pode causar embolias à distância.


Rejuvenescimento da pele com laser de CO2 – Procedimento?

O laser de CO2 causa o rápido aumento de temperatura dos tecidos destruindo a epiderme (corrigindo as imperfeições superficiais), e induzindo a remodelação do colagéneo na derme (com consequente melhoria das rugas e da flacidez cutânea). O facto de ser fracionado permite obter estes efeitos na pele mantendo “ilhas” micrométricas de epiderme e derme íntegras entre as áreas tratadas.

Este avanço tecnológico possibilita uma recuperação completa extremamente rápida após o tratamento (3-4 dias) sem comprometer a sua eficácia. Como exemplo, o resurfacing com laser de CO2 fracionado permite resultados comparáveis aos de um peeling médio com TCA ou ácido glicólico, com tempos de recuperação cerca de três vezes inferiores.

A análise dos estudos mais recentes sugere que a realização periódica de resurfacing com laser de CO2 fracionado, associado a outros cuidados como a proteção solar, permitirá prevenir o envelhecimento evitando a longo prazo a necessidade de recorrer a técnicas cirúrgicas como o lifting facial.

O resurfacing com laser de CO2 fracionado é um procedimento pouco doloroso, sendo realizado com anestesia local.


*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.

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