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Perguntas Frequentes
Pubalgia – Sintomas?
A dor só aumenta de intensidade quando a doença vai se agravando. O início da pubalgia é insidioso, aumentando progressivamente até ao momento em que os movimentos ficam limitados. Com o passar do tempo, as dores que antes se concentravam apenas no quadril, migram para outras partes, como o abdómen inferior e virilhas.
Esta doença pode ser facilmente confundida com outros problemas, como hérnias inguinais, rupturas, infeção urinária e tendinites nos músculos adutores.
Os sintomas são idênticos aos de um estiramento muscular, ocorrendo dor durante a corrida, exercícios abdominais e os agachamentos.
Pode também ocorrer dor na região abdominal inferior, irradiando para a região interna da coxa. A dor pode também ser sentida a nível da inserção dos retos abdominais.
Os movimentos laterais, os movimentos de cabeceio, as flexões do quadril e do tronco podem ser dolorosos.
Esta dor piora com o exercício, esforço ou com certas posturas, podendo ser sentida ainda ao subir escadas ou no impulso do quadril para frente.
A dor pode ainda irradiar para o períneo e testículos e pode causar lombalgia quando associada a uma lesão da sacroilíaca.
Prisão de ventre na gravidez é normal? O que devo fazer??
Sim, prisão de ventre na gravidez é normal, sobretudo a partir do 2º trimestre de gestação. As causas do intestino preso são as alterações hormonais que afetam o trânsito intestinal e o aumento do tamanho do útero, que comprime o intestino.
Fratura Pertrocantérica/ Intertrocantérica – O que é?
As fraturas pertrocantéricas, extracapsulares ocorrem na região entre o grande e o pequeno trocânter do fémur proximal. Ocorrem numa zona de osso trabecular, com um aporte sanguíneo abundante, por isso, contrariamente às fraturas do colo do fémur, a osteonecrose e a não consolidação são pouco frequentes.
As fraturas pertrocantéricas, ocorrem, em média, aos 70 anos. Correspondem a cerca de 50% de todas as fraturas do fémur proximal e são mais frequentes nas mulheres, numa proporção que pode ir até 8:1.
Mais de 90% das fraturas pertrocantéricas nos idosos resultam de uma simples queda com impacto direto no grande trocânter.
*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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