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Perguntas Frequentes
Dor e caroço no local da injeção: o que pode ser e o que fazer??
A ocorrência de dor e caroço no local de injeção intramuscular é relativamente comum e é considerada uma complicação deste procedimento.
Transplante de menisco – O que é?
Em alguns casos, depois de uma cirurgia em que se retira a totalidade ou parte significativa do menisco, a pressão exercida na cartilagem do joelho aumenta e pode originar dor e limitação da função articular. A síndrome pós-meniscectomia, como é designado, representa um estado de descompensação articular antes da artrose, por falta do tecido meniscal.
O transplante de menisco é uma técnica de cirurgia reconstrutiva do joelho, indicada nestes casos de síndrome pós-meniscectomia, em que se coloca um menisco novo, proveniente de um banco de tecidos humanos (à semelhança do que acontece nos transplantes de outros órgãos). O principal objetivo desta cirurgia é o tratamento da dor e melhoria da função do joelho afetado nas atividades da sua vida diária. A prática desportiva deve ser encarada como objetivo secundário, neste contexto.
O candidato ideal é aquele ou aquela, a quem foi retirado um menisco, apresenta dor e limitação funcional referidas ao compartimento sem menisco, tem idade inferior a 50 anos, sem lesão ou com uma lesão limitada da cartilagem, sem desvios do eixo mecânico e com um joelho estável. No entanto, joelhos com desvios do eixo e/ou instabilidades que possam ser corrigidos cirurgicamente, também podem ser submetidos ao transplante de menisco. Não são candidatos a este procedimento, indivíduos com doença articular inflamatória, com infeções ativas, obesos, com diminuição da imunidade, crianças ou com artrose do joelho já estabelecida.
Doença arterial periférica – O que é?
Caracteriza-se por ser uma doença de natureza obstrutiva do lúmen arterial, resultando num défice de fluxo sanguíneo aos tecidos, cuja principal consequência é a presença de sinais e sintomas característicos de isquemia.
A componente obstrutiva da doença está em cerca de 90% dos casos associada à aterosclerose. Afeta cerca de 3% a 10% das pessoas, aumentando para 15% a 20% em adultos com mais de 70 anos.
A doença cardiovascular é uma das principais causas de mortalidade e morbilidade na população portuguesa, pelo que o seu diagnóstico e tratamento precoces, bem como a sua prevenção, são essenciais.
Esta enfermidade constitui um importante marcador da presença de um risco elevado de mortalidade cardiovascular. É idêntica à doença coronária, distinguindo-se apenas pelas artérias e territórios atingidos.
Os fatores de risco mais frequentes são:
Ausência da prática regular de exercício físico
Hipertensão
Hipercolesterolémia
História familiar de angina de peito
Enfarte do miocárdio
Acidente vascular cerebral
Aneurisma da aorta abdominal
Estima-se que as pessoas por ela afetadas apresentem um risco quatro a cinco vezes superior de virem a sofrer um enfarte do miocárdio ou um acidente vascular cerebral. Por outro lado, se não for devidamente tratada pode evoluir para gangrena, com necessidade de amputação de um membro.
*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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