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Perguntas Frequentes


Laparoscopia – O que é?

A laparoscopia é uma técnica cirúrgica mini-invasiva que permite fazer procedimentos cirúrgicos na cavidade abdominal e pélvica. Quando aplicada ao tórax é chamada toracoscopia.

Na atualidade a maioria dos procedimentos da cirurgia geral podem ser executados pela técnica laparoscópica. É uma técnica cirúrgica mais moderna e menos invasiva do que a cirurgia convencional, que realiza pequenas incisões (com cerca de cinco milímetros) e utiliza para esse fim um laparoscópio (uma câmara de alta resolução acoplada a um cabo de fibra ótica), que permite ao cirurgião visualizar no ecrã os diferentes órgãos.

A laparoscopia tem por definição: ser menos agressiva, condicionar menos dor, permitir recuperação pós-operatória mais rápida, implicar internamento mais curto e, assim o cliente estar apto para as atividades pessoais, familiares, sociais e profissionais mais precocemente.

Foi em 1989, na Europa, que se realizou a primeira colecistectomia pela técnica laparoscópica. Em Portugal ocorreu em 1991.


Esclerose lateral amiotrófica – O que é?

É uma doença neurológica degenerativa rara que evolui de forma progressiva.

Nesta doença, os neurónios motores que conduzem a informação do cérebro aos músculos (passando pela medula espinhal) morrem prematuramente. Como consequência, os músculos, que permitem realizar os mais variados movimentos (andar, falar, mastigar, engolir …), vão ficando progressivamente mais fracos.

Estima-se que existam três a cinco casos de esclerose lateral amiotrófica por cada 100 mil pessoas. Embora possa surgir entre os 40 e os 75 anos, a maioria dos pacientes tem uma idade superior a 60 anos. Contudo, esta doença pode manifestar-se em qualquer idade. É mais comum em homens do que em mulheres e mais nos caucasianos do que nos indivíduos de raça negra.


Cancro do cólon e reto – Prevenção?

A prevenção do cancro colorrectal passa fundamentalmente pela adopção de hábitos saudáveis e a realização de exames para a detecção precoce de pólipos ou lesões no cólon e reto.
 
De acordo com as recomendações internacionais, o diagnóstico precoce deve começar a partir dos 50 anos. Contudo, o momento certo depende do risco individual de cada pessoa de desenvolver a doença, pelo que deverá ser o seu médico a avaliar o seu caso concreto e determinar quando iniciar esta rotina.
 
Normalmente são utilizados 3 tipos de exames para o diagnóstico precoce do cancro do cólon e recto:

Colonoscopia total – é o exame mais completo pois permite visualizar todo o reto e cólon; a colonoscopia consiste na introdução de um tubo pelo ânus – um colonoscópio – que permite ao médico ver o interior e procurar pólipos e eventuais lesões; caso detete pólipos, o médico procederá a uma polipectomia, ou seja remove os pólipos encontrados para posterior análise;

Sigmoidoscopia flexível – neste exame só é visualizado o reto e a parte inferior do cólon, ou seja o cólon sigmóide; consiste na introdução de um tubo pelo ânus – um sigmoidoscópio – que permite ao médico ver o interior e procurar pólipos e eventuais lesões; caso detecte pólipos, os mesmos são removidos para posterior análise, tal como na colonoscopia total;

Pesquisa de sangue oculto nas fezes – trata-se de um exame indirecto para encontrar sinais de cancro e não a lesão propriamente dita; os pólipos podem sangrar, pelo que a presença de sangue pode ser um indicador importante e caso seja encontrado deverá ser feita uma colonoscopia. Contudo, outras patologias benignas como é o caso das hemorróidas, podem ser a causa da presença de sangue.

Existem outros exames complementares para o diagnóstico precoce de cancro colo-rectal, como o clister opaco e a colonografia por TC.


*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.

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