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Perguntas Frequentes


Histerectomia – O que é?

A histerectomia é a remoção cirúrgica do útero.

Ocupa o segundo lugar entre as cirurgias efectuadas com mais frequências nas mulheres, logo a seguir à cesariana. Dependendo do tipo de histerectomia realizado, e do motivo, por vezes, durante uma mesma cirurgia, efectua-se também a remoção do colo uterino, dos ovários e das trompas de Falópio.


Cirrose hepática – Sintomas?

Na fase inicial, não existem quaisquer sintomas associados à cirrose. Os mais precoces costumam ser fadiga, perda de energia, de apetite e de peso, náuseas, dores abdominais e pequenos derrames na pele em forma de “aranha”. Podem ocorrer hemorragias mais facilmente ou formação de “nódoas-negras”.

Na fase de descompensação, ocorrem diversos sinais como:

Icterícia (olhos e pele amarelados)
Presença de ascite (barriga de água)
Inchaço das pernas
Hemorragias digestivas sob a forma de vómitos ou fezes com sangue, mais frequentemente provocadas pela rotura de veias dilatadas no esófago (varizes esofágicas)
Fezes descoradas
Alterações mentais que podem levar a confusão, agressividade e mesmo coma (encefalopatia hepática)
Desenvolvimento de infeções graves
Alterações hormonais com disfunção erétil e aumento das glândulas mamárias no homem
Cancro do fígado (carcinoma hepatocelular ou hepatoma)

O risco de desenvolvimento de cancro do fígado na cirrose hepática é de cerca de 1% a 4% por ano. Este carcinoma apresenta elevada mortalidade se for diagnosticado numa fase avançada. Por esse motivo, é muito importante que todos os doentes com cirrose realizem uma ecografia abdominal de seis em seis meses, para que o tumor seja diagnosticado ainda com pequenas dimensões. Nesses casos, existem alguns tratamentos eficazes, como o transplante hepático, a remoção cirúrgica, a radiofrequência, a alcoolização, a quimioembolização ou um medicamento (sorafenib), administrado por via oral.


Fratura do colo do fémur – O que é?

As fraturas do colo do fémur ocorrem entre a cabeça do fémur e a região pertrocantérica (entre o pequeno e o grande trocânter).

 

Correspondem a 50% das fraturas proximais do fémur; ocorrem nos homens, em média, aos 72 anos e nas mulheres, aos 77 anos.

 

Vários estudos confirmam o aumento exponencial da incidência das fraturas proximais do fémur com o avanço da idade, sendo este aumento acentuado a partir dos 65 anos e para ambos os sexos.

 

Tipologia de fraturas:

 

Trauma de baixa energia – mais frequente em idosos – queda com impacto no grande trocânter

 

Trauma de alta energia – doentes jovens e idosos – queda de altura e acidentes de viação

 

Stress cíclico – mais frequentes em atletas, recrutas militares e bailarinas


*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.

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