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Perguntas Frequentes
Pólipo no intestino pode ser câncer??
Nem todo pólipo no intestino pode ser câncer.
Cancro do cólon e reto – Prevenção?
A prevenção do cancro colorrectal passa fundamentalmente pela adopção de hábitos saudáveis e a realização de exames para a detecção precoce de pólipos ou lesões no cólon e reto.
De acordo com as recomendações internacionais, o diagnóstico precoce deve começar a partir dos 50 anos. Contudo, o momento certo depende do risco individual de cada pessoa de desenvolver a doença, pelo que deverá ser o seu médico a avaliar o seu caso concreto e determinar quando iniciar esta rotina.
Normalmente são utilizados 3 tipos de exames para o diagnóstico precoce do cancro do cólon e recto:
Colonoscopia total – é o exame mais completo pois permite visualizar todo o reto e cólon; a colonoscopia consiste na introdução de um tubo pelo ânus um colonoscópio que permite ao médico ver o interior e procurar pólipos e eventuais lesões; caso detete pólipos, o médico procederá a uma polipectomia, ou seja remove os pólipos encontrados para posterior análise;
Sigmoidoscopia flexível neste exame só é visualizado o reto e a parte inferior do cólon, ou seja o cólon sigmóide; consiste na introdução de um tubo pelo ânus um sigmoidoscópio que permite ao médico ver o interior e procurar pólipos e eventuais lesões; caso detecte pólipos, os mesmos são removidos para posterior análise, tal como na colonoscopia total;
Pesquisa de sangue oculto nas fezes trata-se de um exame indirecto para encontrar sinais de cancro e não a lesão propriamente dita; os pólipos podem sangrar, pelo que a presença de sangue pode ser um indicador importante e caso seja encontrado deverá ser feita uma colonoscopia. Contudo, outras patologias benignas como é o caso das hemorróidas, podem ser a causa da presença de sangue.
Existem outros exames complementares para o diagnóstico precoce de cancro colo-rectal, como o clister opaco e a colonografia por TC.
Cancro da Tiroide – O que é?
As células que constituem um tecido normal crescem e dividem-se à medida que vai sendo necessário, de forma controlada, com o objetivo de substituirem as células envelhecidas e assim preservar a função do órgão ao qual pertencem.
Durante este processo, que é continuo, uma das células pode sofrer uma ou mais mutações genéticas, fazendo com que a sua divisão deixe de ser regulada, passando a ser excessiva, dando origem a um tumor. Nos tumores malignos, as células podem deixar de respeitar os limites do órgão, infiltrando os tecidos vizinhos ou dando origem a colónias celulares noutros órgãos ou estruturas, processo que se designa por metastização.
A tiroide tem, na sua constituição, dois tipos de células endócrinas, que sintetizam e segregam hormonas, e que podem originar tumores malignos distintos: a célula folicular, que segrega as hormonas tiroideias T4 e, em menor quantidade, T3 e a célula C ou parafolicular que produz calcitonina.
*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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