Terapeuta Holística em Osasco-Corpusterapia(11)95868-6097
Terapeuta Holística em Osasco – Corpusterapia
(11) 95868-6097
Terapeuta Holística
Cura de doenças descobrindo a origem da sua dor, seja ela física, emocional ou espiritual.
A abordagem holística entende que os elementos físico, mental, emocional e espiritual de cada pessoa formam um sistema, e objetiva tratar de toda a pessoa em seu contexto, concentrando-se tanto na causa da doença como dos sintomas.
A terapia holística visa equilibrar estados mentais-emocionais negativos, desbloquear a energia dos centros, trazer mais autoconsciência corporal, emocional, mental e espiritual, entre outros, para minimizar o sofrimento.
A verdadeira cura vai além do corpo físico. É tratar o copo físico, emocional, mental e espiritual.
Trabalho para encontrar a origem da sua dor e tratá-la com várias técnicas.
Trata pessoas que podem não ser consideradas doentes, tecnicamente, mas que querem melhorar a utilização dos seus corpos e sentir maior plenitude nas suas vidas.
Dores crônicas tem cura?
Sim, com movimentos inteligentes e técnicas para descobrir a origem da dor é possível encontrar a cura.
Depressão tem cura?
Sim, normalmente a depressão tem origem em registros de vidas passadas.
Por que os tratamentos energéticos tem eficácia?
Porque somos energia. Tudo no Universo é energia. Nossos tratamentos atuam no corpo físico, espiritual e energético.
Doenças e os tratamentos
Doenças: fibromialgia, depressão, ansiedade, síndrome do pânico, dores crônicas, enxaqueca
Tratamentos: apometria, reiki, hipnose, biotoque, acupuntura emocional (sem agulhas), círculo da vida
Especialidade
Terapeuta Holística e Psicanalista formada pelo Instituto Biosegredo.
Avaliação feita através da Mesa Quantiônica, psicogerador com base em radiestesia, física quântica e espiritualidade.
“QUALQUER TRATAMENTO QUE ATUAR APENAS NOS SINTOMAS DAS DOENÇAS E NÃO
NA SUA ORIGEM, SERÁ INEFICAZ.”
Pacotes e parcelamento dos tratamentos para facilitar ao cliente
Atendimento mediante hora marcada.
Rua Deputado Emílio Carlos, 428
Bairro Vila Campesina – Osasco – S.P.
(atrás do Teatro de Osasco e estacionamento ao lado)
Fique Sabendo!
Resultado de ultrassonografia transvaginal…?
O exame de ultrassonografia transvaginal descreve as características dos órgãos visualizados (vagina, colo do útero, útero, trompas e ovários) e a presença de saco embrionário, no caso de uma gravidez.
Epilepsia – O que é?
É uma doença neurológica que envolve o sistema nervoso. Fala-se em epilepsia quando ocorrem, pelo menos, dois episódios de convulsões não relacionados com a abstinência alcoólica, hipoglicémia, problemas cardíacos ou outros. Em alguns casos, basta uma convulsão para se fazer o diagnóstico da epilepsia, desde que exista um risco elevado de ocorrência de mais.
As convulsões resultam de uma alteração da atividade elétrica do cérebro e podem resultar de um trauma, de uma tendência familiar ou não terem causa identificável. Essa atividade ou descarga tem um início imprevisível e é, em geral, de curta duração (segundos a minutos, raramente ultrapassando os 15 minutos) mantendo-se o funcionamento cerebral normal entre crises. Estas têm tendência a repetir-se ao longo do tempo, sendo a frequência variável entre doentes.
A epilepsia afeta diversas funções mentais e físicas e é uma condição muito comum, ocorrendo em cerca de 65 milhões de pessoas em todo o mundo. Nos Estados Unidos, é a quarta doença neurológica mais habitual, ultrapassada apenas pela enxaqueca, pelo acidente vascular cerebral e pela doença de Alzheimer. Em Portugal, estima-se que atinja quatro a sete mil habitantes. Contudo, o número de indivíduos que, não sendo epiléticos, pode ter uma crise convulsiva durante a vida é de cerca de uma em cada 20.
É mais comum em pessoas muito novas ou mais idosas, mas pode ocorrer em qualquer idade. Embora o tratamento permita a muitos doentes viverem com esta patologia, para outros as convulsões não são controláveis afetando a qualidade de vida em todos os seus aspetos.
Reconstrução mamária – Objetivos?
Com a Reconstrução Mamária pretende-se reconstruir uma mama que se aproxime das expetativas da doente, quer do ponto de vista psicológico, quer estético atendendo a vários parâmetros, nomeadamente, no que diz respeito à simetria (volume e forma) com a mama oposta, projeção, ptose e nível do sulco infra-mamário.
Os critérios prioritários que decorrem do entendimento da doença como uma solução de continuidade de um estado de equilíbrio não só psicológico como sócio-psico-emocional fazem que o único critério aceitável de exclusão de um paciente do programa de reconstrução mamária seja a recusa após esclarecimento adequado ou situação em que o próprio ato reconstrutivo aumente sensivelmente o risco da paciente.
Deste quadro devem excluir-se receios de que a reconstrução possa camuflar a recidiva, à luz das atuais técnicas imagiológicas da informação, que todos os clínicos devem de ter sobre estes procedimentos e suas repercussões semiológicas.
De mesma forma deve afirmar-se que a reconstrução não prejudica nem invalida a indicação de qualquer dos métodos terapêuticos oncológicos ancilares subsequentes à sua realização.
A cirurgia reconstrutiva é uma decisão pessoal pois só a mulher mastectomizada ou na iminência de o ser poderá avaliar o significado dessa cirurgia.
No entanto, se olharmos não apenas ao aspeto estético, mas sobretudo à ajuda do reequilíbrio e reencontro psicológico da mulher num todo, verificamos que o resultado é frequentemente positivo e que na quase totalidade dos casos vale a pena este esforço suplementar.
*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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