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Perguntas Frequentes
Radiculopatia Cervical – O que é?
As raízes dos nervos cervicais de C1 a C8, saem da coluna acima da vértebra com o mesmo número com excepção de C8 que sai da coluna cervical abaixo da vértebra C7. Os nervos depois dividem-se para inervar todos os músculos do ombro, braço, antebraço e mão dando-lhes função motora e sensibilidade.
Quando algum destes nervos é sujeito a um processo irritativo através de compressão ou inflamação, os sintomas de formigueiros, dor e diminuição da sensibilidade e diminuição da força muscular no trajeto e no território da inervação dessa raiz surgem com maior ou menor intensidade
A sintomatologia da radiculopatia cervical pode surgir de uma forma intermitente no início, com altos e baixos, mas também pode surgir de forma mais ou menos súbita. A dor pode ser sentida num local só (dor no ombro ou no cotovelo) ou segundo um trajeto irradiado distalmente até a mão e dedos. Estes sintomas podem afetar a força de preensão, bem como podem alterar o tipo de caligrafia. Durante estas fases de dor mais intensa, a mobilidade da coluna cervical está muito diminuída pelo risco de agravamento da dor local ou irradiada.
Alguns doentes sentem melhoria da dor na posição de deitado com o braço elevado e a mão atrás da cabeça, porque de uma forma indireta diminui a tensão na raiz inflamada
Plaquetas altas e baixas: o que pode ser e quais os sintomas??
Plaquetas altas é uma condição chamada plaquetose ou trombocitose, enquanto um quadro de plaquetas baixas é denominado plaquetopenia ou trombocitopenia.
Síndrome das pernas inquietas – O que é?
É uma doença crónica e progressiva com impacto importante na sua qualidade de vida dos doentes. Nem sempre é bem definida pelos pacientes que a podem referir como uma sensação de desconforto nas pernas, não dolorosa, acompanhada de uma irresistível vontade de as mexer. Em alguns casos, as queixas atingem também os braços.
Existem dois tipos de síndrome de pernas inquietas. O mais comum é o primário, sem causa identificável e, provavelmente, com um componente genético. Este tende a ser crónico. Com o passar do tempo os sintomas pioram e ocorrem mais frequentemente. Nos casos mais ligeiros, pode haver grandes períodos de tempo assintomáticos. O tipo secundário é causado por outra doença ou condição médica e por alguns medicamentos. Os sintomas geralmente desaparecem quando o paciente recupera da enfermidade de base ou quando interrompe a medicação que causou a síndrome de pernas inquietas.
A prevalência desta síndrome não é bem conhecida, com estudos sugerindo valores entre 0,1% e 15,3%. Esta incidência tende a aumentar com a idade. A gravidade das queixas e a velocidade da sua progressão parecem ser maiores quando a doença se manifesta pela primeira vez mais tarde.
Ela é mais frequente no género feminino e mais comum em mulheres grávidas, sobretudo nos últimos três meses de gestação, geralmente melhorando ou desaparecendo algumas semanas após o parto. Nalguns casos, os sintomas podem persistir.
*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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