Pediatra Popular na Lapa – Dr. Atende

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ESPECIALIDADES

Veja quais são as especialidades atendidas no dr. atende.

 



clinico geral

CLÍNICO GERAL





Endocrinologista

ENDOCRINOLOGISTA





ginecologista

GINECOLOGISTA





pediatra

PEDIATRA





dermatologista

DERMATOLOGISTA





medicina esportiva

MEDICINA ESPORTIVA





nutricionista

NUTRICIONISTA





cardiologista

CARDIOLOGISTA





gastr0

GASTROENTEROLOGISTA





neurologista

NEUROLOGISTA





ortopedista

ORTOPEDISTA





otorrino

OTORRINO





psiquiatra

PSIQUIATRA





reumatologista

REUMATOLOGISTA





vascular

VASCULAR





proctologista

PROCTOLOGISTA





geriatra

GERIATRA





pneumologista

PNEUMOLOGISTA





urologista

UROLOGISTA





nutrólogo

NUTRÓLOGO

 

Quem pode se consultar com um médico esportivo?

Existe médico para tudo. Cada problema, uma especialidade diferente. Mas é preciso também de enquadrar no estilo de vida do paciente, para isso, o mínimo necessário é o acompanhamento especializado. E há muitos tipos, um deles é o médico esportivo. Para muitos, o médico esportivo só atende atletas profissionais. Muito se engana, o médico esportivo é responsável por acompanhar a vida daqueles que se exercitam.

 

Qual a melhor forma de tratar manchas na pele?

Com a correria do dia a dia, as pessoas pouco se atentam ao seu corpo. Aquelas que resolvem prestar cuidados a ele sabem o quanto é difícil manter a pele sempre bem cuidada. Os cuidados devem ser os mais variados possíveis, a maioria até simples, mas é sempre necessário uma manutenção dos cuidados. Quem se cuida mesmo sabe que manchas na pele são mais comuns do que pensamos. Os motivos podem ser bem variados, mas geralmente estão ligados à exposição ao sol indevida.

 

  • Responsável Técnico Dra. Paula Morgensztern Struziato (CRM – 96790)

 

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Sangue O+ com A+ qual a tipagem dos filhos??

Pode ser: O+ ou A+ ou O- ou A-.


Colesterol – Tipos?

De um modo geral, considera-se que existe um “bom” colesterol e um “mau” colesterol. Um desequilíbrio entre eles aumenta o risco de doença coronária, enfarte do miocárdio ou acidente vascular cerebral (AVC).

HDL: colesterol “bom”

O HDL corresponde ao “bom” colesterol, que impede o LDL (“mau” colesterol) de se alojar na parede das artérias, reduzindo o risco de enfarte do miocárdio ou de AVC. 
Os níveis ideais de HDL devem ser superiores a 40 mg/dL nos homens e 50 mg/dL nas mulheres.
Os níveis de HDL podem ser aumentados através do exercício físico e mediante uma dieta equilibrada. Por vezes, podem ser necessários medicamentos concebidos para aumentarem os seus níveis. 

LDL: colesterol “mau”

Quando os seus níveis no sangue são elevados, há um maior risco de estreitamento das artérias, causando doença cardíaca ou cerebral. Essas placas designam-se por aterosclerose. Se ocorrer a formação de um coágulo numa artéria já estreitada por estes depósitos, poderá ocorrer um enfarte do miocárdio ou AVC.
Embora o LDL seja produzido pelo organismo, algumas pessoas herdam uma maior tendência para o produzir em grandes quantidades, sendo muito importante modificar o estilo de vida ou, se necessário, procurar apoio médico especializado. O consumo de gorduras e alimentos ricos em colesterol aumenta esse risco. 
Os triglicéridos são outra forma de gordura produzida pelo organismo. Os seus níveis podem estar elevados em casos de excesso de peso, inatividade física, consumo de tabaco ou álcool e em dietas ricas em hidratos de carbono. De um modo geral, quem tem níveis elevados de triglicéridos apresenta também níveis elevados de colesterol e de LDL e níveis reduzidos de HDL.

Os valores médios de colesterol são bastante próximos entre homens e mulheres. Verifica-se um aumento do colesterol total com a idade até ao grupo etário dos 45-54 anos, a partir do qual ele parece estabilizar num valor de aproximadamente 220 mg/dl. A percentagem de casos com colesterol de risco elevado nos portugueses com 55 ou mais anos é três vezes superior à dos jovens adultos com menos de 35 anos.


Depois de quanto tempo posso beber após tomar antibiótico??

Idealmente, não se deve misturar bebidas alcoólicas com antibióticos, durante todo o curso do tratamento. O uso conjunto, reduz o efeito da medicação, comprometendo o resultado do tratamento, além de aumentar o risco de complicações, como a hepatite medicamentosa.


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