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Perguntas Frequentes
Espinha bífida – O que é?
A espinha bífida é uma anomalia congénita do sistema nervoso que se desenvolve nos dois primeiros meses de gestação. Representa o defeito na formação do tubo neural (anomalias que ocorrem no desenvolvimento da medula espinal e do cérebro de alguns bebés) mais comum nos Estados Unidos, com uma incidência estimada em 1 em cada 1000 recém-nascidos. No entanto, ainda não existem dados estatísticos sobre a incidência de espinha bífida em Portugal.Estes defeitos são uma causa importante de mortalidade infantil. Nesta condição, ocorre um desenvolvimento incompleto do cérebro, da medula e das meninges.
Existem quatro tipos de espinha bífida:
Oculta: a mais comum e ligeira.
Defeitos fechados do tubo neural: de gravidade intermédia.
Meningocelo: tal como a anterior, é de gravidade intermédia.
Mielomeningocelo: é o tipo mais grave, em que a medula está exposta, ocorrendo paralisia parcial ou completa da zona do corpo situada abaixo da abertura da medula. Associa-se, ainda, a incontinência urinária e fecal.
Pápula – Doenças e Tratamentos?
Uma pápula é uma elevação circunscrita da pele, de consistência sólida, na maioria dos casos com menos de 1 cm de diâmetro e que não desenvolve cicatriz.
Hirsutismo – O que é?
É definido como a presença de pelos na mulher, em áreas anatómicas características de distribuição masculina.
De acordo com a causa, o hirsutismo pode manifestar-se como queixa isolada ou acompanhado de outros sinais de hiperandroginismo (acne, seborreia, calvície), virilização (hipertrofia do clítoris, aumento da massa muscular, modificação do tom de voz), distúrbios menstruais e/ou infertilidade ou ainda alterações metabólicas.
Decorre da ação dos androgénios (hormonas sexuais masculinas) circulantes sobre a pele. Esta ocorre devido à presença e atividade de enzimas capazes de disponibilizar substâncias com propriedades androgénicas no interior do folículo pilossebáceo.
De um modo geral, o hirsutismo resulta de condições clínicas que não são graves. Contudo, por vezes, pode ser um sinal de uma doença importante e a avaliação deve tomar esse aspeto em consideração.
A maioria das mulheres procura tratamento por razões cosméticas, uma vez que o excesso de pilosidade colide com os padrões culturais ocidentais e é, por isso, fonte de desconforto e redução da autoestima.
Uma vez que o padrão de distribuição pilosa varia de mulher para mulher, torna por vezes difícil distinguir entre variações da normalidade e hirsutismo.
*Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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