O número de pessoas, principalmente crianças, com dificuldades na aprendizagem tem sido uma realidade cada vez mais crescente no ambiente educacional em nosso país. Sendo uma das principais responsáveis pela evasão dentro das escolas.

Mas o que de fato é dislexia? Como resolver esse problema? Continue a leitura e descubra agora mesmo!

O que é dislexia

A dislexia está relacionada com a capacidade da pessoa de interpretar qualquer tipo de sinal gráfico. Ela pode ser auditiva, que são as dificuldades em relação aos sons de letras e palavras compostas, falhas na memorização dos sons, sequencias, instruções e histórias.

Também pode ser visual, nesse tipo de dislexia há dificuldades sem seguir sequencias visuais como quebra cabeças. Também ocorre inversões de letras e confusão entre palavras e letras.

Essa doença afeta mais o sexo masculino do que o sexo masculino e atinge cerca de 10 a 15% da população mundial.

Quais são os sinais de alerta

Os sintomas de dislexia podem ser iguais para os adultos e para as crianças. Então, confira os principais sinais dessa doença e esteja atento!

  • dispersão;
  • atraso no desenvolvimentos da fala;
  • fraco desenvolvimento da coordenação motora;
  • dificuldades com a leitura;
  • desatenção;
  • vocabulário pobre;
  • desorganização geral;
  • confusão de direção – direita e esquerda;
  • dificuldades com mapas, listas telefônicas, dicionários;
  • dificuldades com cálculos matemáticos;
  • analfabetismo funcional;
  • dificuldades com percepção espacial;
  • dificuldades para compreender textos simples;
  • memória de curto prazo.

Como tratar a dislexia

Antes de tratar a dislexia, é necessário identificar o grau em que ela está. Ou seja, verificar o nível de comprometimento cognitivo, podendo ser leve, moderado ou grave. O diagnóstico deve ser feito com base em uma avaliação multidisciplinar.

Essa avaliação é feita por psicólogo, fonoaudiólogo, psicopedagogo e neuropediatra. Também é avaliado o histórico escolar, provas e testes. Dessa forma, será possível detectar com mais precisão em qual nível de dislexia a pessoa está.

Não há medicamentos para a dislexia. Apenas com uma intervenção adequada a pessoa com dislexia poderá melhorar o seu desempenho e minimizar os impactos dessa doença. Portanto, são necessárias adaptações pedagógicas e atendimento especializado.

Em relação à alfabetização há dois métodos: multissensorial e fônica. A alfabetização multissensorial é adequada para pessoas que já passaram da fase de alfabetização e apresentam algum fracasso escolar.

Já a alfabetização fônica é para as pessoas que estão logo no início da alfabetização. A detecção da dislexia antes ou bem no início da alfabetização é mais difícil de ser identifica. Mas quando isso acontece, pode-se fazer intervenções mais eficazes.

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